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domingo, 20 de maio de 2012


Linhaça e o câncer de mama.

Estudos quentíssimos mostram que a semente do linho é mesmo capaz de impedir o crescimento do câncer de mama. Mas existem macetes na hora do consumo que você precisa conhecer para tirar o melhor proveito desse superalimento. Estão todos aqui!


Contam os arqueólogos que a linhaça era usada em mumificações no Egito. Outros achados apontam que era empregada com sucesso para tratar ferimentos. E, se antigamente fazia parte até mesmo de rituais, hoje ela marca presença nos laboratórios de grandes centros de pesquisa em nutrição. Na Universidade de Toronto, no Canadá, por exemplo, a cientista Lilian Thompson comprovou que a semente é capaz de barrar a metástase em pacientes com câncer de mama ou seja, a linhaça evitou que o tumor se espalhasse e tomasse conta do organismo.
Esse excelente resultado foi apresentado no 6° Simpósio Latino-Americano de Ciência de Alimentos, que aconteceu no mês passado na Universidade Estadual de Campinas, no interior paulista. Segundo a pesquisadora canadense, "trabalhos realizados em várias universidades mostram que a semente é capaz de diminuir o risco de outros tumores, como o de cólon e o de próstata". Somem-se essas boas notícias ao fato de a linhaça ajudar a controlar os níveis de colesterol.
Aqui no Brasil, mais precisamente na Universidade Federal do Rio Grande do Norte, a equipe do Departamento de Nutrição também anda analisando a linhaça. O enfoque, entretanto, é outro. "Investigamos a segurança no consumo", conta a nutricionista Ana Vládia Bandeira Moreira. Explica-se: embora contenha substâncias capazes de prevenir doenças letais, o que faz dela um alimento funcional de primeira grandeza, a linhaça carrega compostos que poderiam interferir na absorção de nutrientes. Por enquanto o que se sabe é que o aquecimento da semente neutraliza esse inconveniente. Isso porque, segundo Ana Vládia, o calor diminui a atividade de algumas proteínas suspeitas de atrapalhar o aproveitamento de sais minerais. A sugestão é deixar a linhaça no forno baixo por 15 minutos. "Claro que, se ela for usada na preparação de receitas assadas, como pães ou biscoitos, não precisará disso", diz a pesquisadora, que continua mergulhada em seus estudos.
Outra dica para aproveitar ao máximo a semente é triturá-la no liquidificador. "É que a casca, bastante resistente, pode passar intacta pelo aparelho digestivo", justifica a farmacêutica bioquímica Rejane Neves-Souza, professora de nutrição da Universidade do Norte do Paraná. E aí as substâncias benéficas ficam impedidas de sair. "Mas tem que bater e comer logo, porque a linhaça é muito suscetível à oxidação", ensina o bioquímico Jorge Mancini Filho, da Universidade de São Paulo.
Os cientistas só não chegaram ainda a uma conclusão sobre a quantidade ideal de consumo. "Estamos em busca dessa resposta", suspira a nutricionista Ana Vládia. Quem dá bem a medida da indefinição é a farmacêutica bioquímica Rejane Neves. Ela conta que já viu sugestões de porções as mais variadas de 25 gramas (1 colher de sopa bem cheia) até 45 gramas (quase 2 colheres) por dia. E comenta que alcançar esta última indicação é bem mais difícil. "A inclusão da semente no dia-a-dia deve ser gradativa".



INGREDIENTE DE DESTAQUE:


Entretanto, o que torna a linhaça ímpar pra valer atende pelo nome de lignana, substância que começa a sair do anonimato. Não é para menos. Ela praticamente faz as vezes do estrógeno. "Ao se ligar a receptores celulares, a lignana funciona como um falso hormônio", justifica a farmacêutica bioquímica Rejane Neves- Souza. É o que os especialistas chamam de fitoestrógeno. Aliás, foi justamente esse componente o mais mencionado nos trabalhos da canadense Lilian Thompson.
Segundo a pesquisadora, estudos com grande número de pacientes mostram a relação entre a lignana e a redução dos tumores de mama. Esse composto comprovadamente atua na apoptose celular, um mecanismo de defesa que provoca o suicídio das células defeituosas.

terça-feira, 3 de abril de 2012

Previna-se contra o Alzheimer

O Alzheimer, pelo paciente


  Médico americano conta o processo de desenvolvimento da doença, dos sintomas ao diagnóstico, e como sua rotina mudou

Arthur Rivin - O Estado de S. Paulo


  Sou médico aposentado e professor de medicina. E tenho Alzheimer. Antes do meu diagnóstico, estava familiarizado com a doença, tratando pacientes com Alzheimer durante anos. Mas demorei para suspeitar da minha própria aflição.
  Hoje, sabendo que tenho a doença, consegui determinar quando ela começou, há 10 anos, quando estava com 76. Eu presidia um programa mensal de palestras sobre ética médica e conhecia a maior parte dos oradores. Mas, de repente, precisei recorrer ao material que já estava preparado para fazer as apresentações. Comecei então a esquecer nomes, mas nunca as fisionomias. Esses lapsos são comuns em pessoas idosas, de modo que não me preocupei.
  Nos anos seguintes, submeti-me a uma cirurgia das coronárias e mais tarde tive dois pequenos derrames cerebrais. Meu neurologista atribuiu os meus problemas a esses derrames, mas minha mente continuou a deteriorar. O golpe final foi há um ano, quando estava recebendo uma menção honrosa no hospital onde trabalhava. Levantei-me para agradecer e não consegui dizer uma palavra sequer.
  Minha mulher insistiu para eu consultar um médico. Meu clínico-geral realizou uma série de testes de memória em seu consultório e pediu depois uma tomografia PET, que diagnostica a doença com 95% de precisão. Comecei a ser medicado com Aricept, que tem muitos efeitos colaterais. Eu me ressenti de dois deles: diarreia e perda de apetite. Meu médico insistiu para eu continuar. Os efeitos colaterais desapareceram e comecei a tomar mais um medicamento, Namenda. Esses remédios, em muitos pacientes, não surtem nenhum efeito. Fui um dos raros felizardos.
  Em dois meses, senti-me muito melhor e hoje quase voltei ao normal. Demoramos muito tempo para compreender essa doença desde que Alois Alzheimer, médico alemão, estabeleceu os primeiros elos, no início do século 20, entre a demência e a presença de placas e emaranhados de material desconhecido.
  Hoje sabemos que esse material é o acúmulo de uma proteína chamada beta-amiloide. A hipótese principal para o mecanismo da doença de Alzheimer é que essa proteína se acumula nas células do cérebro, provocando uma degeneração dos neurônios. Hoje, há alguns produtos farmacêuticos para limpar essa proteína das células.
  No entanto, as placas de amiloide podem ser detectadas apenas numa autópsia, de modo que são associadas apenas com pessoas que desenvolveram plenamente a doença. Não sabemos se esses são os primeiros indicadores biológicos da doença.
  Mas há muitas coisas que aprendemos. A partir da minha melhora, passei a fazer uma lista de insights que gostaria de compartilhar com outras pessoas que enfrentam problemas de memória: tenha sempre consigo um caderninho de notas e escreva o que deseja lembrar mais tarde.
  Quando não conseguir lembrar de um nome, peça para que a pessoa o repita e então escreva. Leia livros. Faça caminhadas. Dedique-se ao desenho e à pintura.
  Pratique jardinagem. Faça quebra-cabeças e jogos. Experimente coisas novas. Organize o seu dia. Adote uma dieta saudável, que inclua peixe duas vezes por semana, frutas e legumes e vegetais, ácidos graxos ômega 3.
  Não se afaste dos amigos e da sua família. É um conselho que aprendi a duras penas. Temendo que as pessoas se apiedassem de mim, procurei manter a minha doença em segredo e isso significou me afastar das pessoas que eu amava. Mas agora me sinto gratificado ao ver como as pessoas são tolerantes e como desejam ajudar.
  A doença afeta 1 a cada 8 pessoas com mais de 65 anos e quase a metade dos que têm mais de 85. A previsão é de que o número de pessoas com Alzheimer nos EUA dobre até 2030.
  Sei que, como qualquer outro ser humano, um dia vou morrer. Assim, certifiquei-me dos documentos que necessitava examinar e assinar enquanto ainda estou capaz e desperto, coisas como deixar recomendações por escrito ou uma ordem para desligar os aparelhos quando não houver chance de recuperação. Procurei assegurar que aqueles que amo saibam dos meus desejos. Quando não souber mais quem sou, não reconhecer mais as pessoas ou estiver incapacitado, sem nenhuma chance de melhora, quero apenas consolo e cuidados paliativos.
ARTHUR RIVIN FOI CLÍNICO-GERAL E É PROFESSOR EMÉRITO DA UNIVERSIDADE DA CALIFÓRNIA

http://blogdofavre.ig.com.br

terça-feira, 20 de março de 2012

Medicamento demais, solução de menos

http://www.casaresgate.com.br                         

“As declarações da diretora da OMS foram feitas em um momento em que diversos grupos americanos de especialistas em doenças infecciosas publicaram um relatório no qual pedem que autoridades de saúde e políticos em todo o mundo aumentem os esforços para melhorar o uso dos antibióticos existentes e promover a investigação de novos medicamentos.
Especialistas afirmam que a atual resistência das bactérias a antibióticos é causada principalmente pelo mau uso desses remédios e que, muitas vezes, são os próprios médicos que receitam os medicamentos excessivamente.
Segundo os autores do estudo, entre as medidas para evitar a resistência está o estabelecimento de programas que ajudem os médicos a decidir quando é necessário receitar um antibiótico e qual a melhor opção de tratamento.”
Com certeza, essa é uma práxis que perpetua a dependência de vários pacientes que procuram unidades de saúde e que, ao mesmo tempo, faz com que muitos simplesmente fujam de consultórios. Quantas vezes você já ouviu relatos do tipo:
“O médico nem escutou o que eu tava dizendo. Só me olhou e entregou a receita. Um montão de antibiótico e pronto.”
Isso não se restringe apenas a antibióticos. O distanciamento médico-paciente tem, no mínimo, quatro décadas. Tenho uma vizinha de 75 anos que mora sozinha (os filhos a visitam com frequência), vai à feira, faz suas compras, leva a cachorrinha a passear todas as manhãs e tardes, tudo devagarinho, mas com precisão e acerto. Noutro dia mostrou-me uma enorme bolsa de pano onde guarda centenas de cartelas de remédios que lhe entregam “aos montões”, como diz, cada vez que vai ao médico.
“Não tomo nada!” diz ela. “O médico mal pergunta o que sinto. É remédio demais e fico com medo! Eu não preciso disso!”
Quem sabe não é hora de os especialistas retomar o velho caminho da prevenção?¿ De cuidar mais de aspectos como sono, alimentação realmente nutritiva e saudável, denunciar os críticos casos de poluição ambiental que, sabidamente, adoecem populações inteiras (Veja-se somente o caso de Bariri-SP, publicado neste blog)?¿
Temos de alcançar urgentemente o momento onde o natural seja o mais comum e a procura de soluções nem tão mágicas, mas que exijam de cada indivíduo esforço e consciência, sejam uma constante.

Fonte da informação original: BBC Brasil e Terra

A medicina não cura mais

http://www.top30.com.br                                  
Estamos chegando às óbvias conclusões. Tudo na vida é feito de ciclos. Os seres humanos são por demais inconsequentes e se atiram desesperadamente em cada nova onda, como se fosse a única e tão esperada “solução”. Para que?¿ Para vencer a doença sem fazer esforço, para alcançar a longevidade através de mágicas instantâneas, para resolver as questões de energia e vitalidade com alguns comprimidos. Pronto! Tudo resolvido!
Nesta mesma semana, em diversos sites, novamente é anunciado um novo produto para resolver os problemas de obesidade e, pasmem! O chamamento é: “Finalmente chega dos EUA ao Brasil...!” Como assim?¿ Um país onde o número de obesos é alarmante e a saúde da população andando às turras.
Pois a conclusão de que a Medicina, do jeito como a conhecemos, está chegando ao final de seu ciclo vem da própria OMS – Organização Mundial de Saúde e diz respeito à resistência humana aos antibióticos. O alerta tem já um prognóstico de futuro próximo, já que o processo é crescente. Cada vez novos e mais potentes antibióticos são fabricados, pois os anteriores já não oferecem os efeitos apregoados.
A péssima notícia é a possibilidade de que uma simples infecção na garganta ou um arranhão podem ser fatais, pois o organismo não tem mais defesas.
"Uma era pós-antibióticos significa, de fato, o fim da medicina moderna como a conhecemos", declarou a diretora-geral da OMS, Margaret Chan, durante um encontro de especialistas em doenças infecciosas realizado nesta semana na Dinamarca.
Margaret  Chan discorreu sobre o desafio que esta nova realidade representa, especialmente para os países em desenvolvimento, que são os principais afetados por essas enfermidades.
"Muitos países estão incapacitados pela falta de infra-estrutura, incluindo laboratórios, diagnósticos, confirmação de qualidade, capacidade de regulação, monitoramento e controle sobre a obtenção e a utilização de antibióticos", diz Chan. "Por exemplo, comprimidos contra malária são vendidos individualmente em mercados locais. Também há abundância de antibióticos falsos ou de baixa qualidade", afirma.
Isso nos diz respeito diretamente. Nós somos um país em desenvolvimento, somos um povo com vício de automedicação, temos um sistema de saúde pública e de muitos planos de saúde, bastante precários, agravado pelo triste fato de sermos os campeões em uso de agrotóxicos – os venenos estão em toda a parte – e o indiscriminado uso de transgênicos, alimentos modificados geneticamente e que não receberam os devidos estudos e pesquisas para avaliar quais os danos e efeitos colaterais que isso provoca no organismo humano.

Fonte da informação original: BBC Brasil e Terra

quinta-feira, 15 de março de 2012

Entregue-se a natueza ... ela cura o Câncer

http://www.dicasdesaude.info                       
SUCO DE LIMÃO + BICARBONATO
QUE O LIMÃO É BOM NÃO HÁ DÚVIDA!

   Tomar limonada como água todos os dias, acrescentando uma colherinha de bicabornato é melhor.
  O Limão (Citrus limonun Risso, Citrus limon (L.) Burm., Citrus medica) é um produto milagroso
para matar as células cancerosas. É 10.000 vezes mais forte do que a quimioterapia.
   Por que isto não é divulgado?
  Porque há organizações interessadas em encontrar uma versão sintética que lhes permita obter lucros
fabulosos. Mas, a partir de agora você pode ajudar um amigo que precise informando-lhe que deve
beber suco de limão com bicarbonato de sódio para prevenir a doença. Seu sabor é agradável. E, é
claro, não produz os efeitos terríveis da quimioterapia. E se você tiver lugar plante u m pé de limão
no seu quintal ou jardim. Todas as partes da árvore são úteis.

   A próxima vez que você quiser beber um suco, peça ou faça-o de limão natural, sem conservantes.
Quantas pessoas morrem, enquanto este segredo tem sido bem guardado só para não colocar em risco
as utilidades multi bilionárias de grandes corporações?

   Como você bem sabe o limoeiro é uma árvore pequena e baixa. Não ocupa muito espaço. É conhecido
pelo nome de limoeiro, pé de limão, lima (em alguns lugares), limona (cat) limoiaritz (eusk).
   É uma fruta cítrica que vem em diferentes formas. Sua polpa pode ser consumida diretamente ou é
usada normalmente para fazer bebidas, sorvetes, doces e assim por diante.

   O interesse desta planta é devido a seus fortes efeitos anti-cancerígenos.. E embora lhe sejam atribuidas
muitas outras propriedades, o mais interessante sobre ele é o efeito que produz sobre os cistos e tumores.
Esta planta é um remédio comprovado contra o câncer de todos os tipos e o bicarbonato vai mudar o Ph
do seu organismo. Alguns dizem que é de grande utilidade em todas as formas de câncer.

   É considerado também como um agente anti-microbiano de amplo espectro contra infecções bacterianas
e fungos que vivem em lugares ácidos. Acrescentando bicarbonato de sódio em sua limonada você altera
o Ph do seu organismo; é eficaz contra parasitas internos e vermes, regula a pressão arterial elevada e é
antidepressivo, combate a tensão e os distúrbios nervosos.

   A fonte desta informação é fascinante: ela vem de um dos maiores fabricantes de remédios do mundo, que
afirma que depois de mais de 20 testes de laboratório realizados desde 1970, ficou provado que o extrato:

 1 - Destroi as células malignas em 12 tipos de câncer, incluindo câncer de cólon, de mama, de próstata, de
pulmão e do pâncreas ...
 2 - Os compostos desta árvore mostraram atuar 10.000 vezes melhor, retardando o crescimento das células
cancerosas do que a adriamicina, uma droga quimioterápica, normalmente utilizada no mundo.
  3 - E o que é ainda mais surpreendente: este tipo de terapia, com o extrato do limão e bicabornato, destrói
apenas as células malignas do câncer e não afeta as células saudáveis.



Instituto de Ciências da Saúde, L.L.C. 819 N. Charles Street

Baltimore, MD 1201.

quarta-feira, 14 de março de 2012

Somos guerreiros


   Poucos dias antes de completar 40 anos, a alemã Uta Melle ganhou um presente degrego. Soube que teria de extirpar os dois seios, por conta de um câncer de mama.


   Logo veio a dúvida: "Será que vou deixar de ser sexy?". Teve certeza que não ao consultar o marido, um publicitário bem-sucedido que a presenteou com um quadro de uma guerreira amazona que cortara o próprio peito para usar melhor o arco e a flecha.


   Animada com o desenho, Uta partiu para um projeto singular: fotografar mulheres com histórias semelhantes. O trabalho rendeu um livro de arte e a exposição fotográfica "Amazonas". São mulheres nuas, e a ideia é incomodar.


   A exposição já percorreu três cidades alemãs e pode ser vista até meados de outubro em Viena. Nas fotos, 19 mulheres, entre 30 e muitos e 50 e poucos anos, estão nuas ou seminuas. Muitas, em poses sensuais. Em comum, os sinais da batalha contra a doença: algumas têm um único seio, outras próteses, outras apenas cicatrizes no colo. Como Uta.



http://www1.folha.uol.com.br/saopaulo/980177-depois-de-cancer-de-mama-alema-procura-resgatar-a-sensualidade.shtml

terça-feira, 13 de março de 2012

Prevenção

http://www.diretoriodeartigos.com.br                          

Pode-se reduzir o risco de desenvolver um tumor maligno:
  • Seguindo uma dieta saudável
  • Praticando exercícios físicos regularmente
  • Reduzindo a ingestão de álcool
  • Mantendo um peso saudável
  • Reduzindo a exposição à radiação e substâncias químicas tóxicas
  • Não fumando ou mastigando tabaco
  • Reduzindo a exposição solar, principalmente se você se queima com facilidade.


Triagens para câncer, como mamografia e exame das mamas, para câncer de mama, e colonoscopia, para câncer de cólon, podem ajudar a diagnosticar esses cânceres em estágios iniciais, quando o tratamento pode ser mais eficaz. Algumas pessoas que têm alto risco de desenvolver certos tipos de câncer podem tomar medicamentos para reduzir esse risco.

http://msn.minhavida.com.br
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